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BANDEIRANTISMO.

Quadro "O Bandeirante" de Benedito Calixto

Os séculos XVII e XVIII ficaram marcados no Brasil Colonial pela expansão territorial. Os principais responsáveis por essa expansão foram os Bandeirantes paulistas. Marginalizados econômicamente durante o ciclo da cana-de-açúcar, a região de São Paulo era pobre e dependia de uma agricultura de subsistência e do trabalho escravo indígena.

Pela experiência que tinham no interior da colônia, devido as expedições de aprisionamento de indígenas, os Bandeirantes paulistas tornaram-se a esperança da Coroa Portuguesa para encontrar reservas de metais preciosos.

 

BANDEIRAS.

Eram expedições particulares organizadas pelos paulistas que percorriam o interior do Brasil. Essas viagens duravam meses, as vezes até anos, e contavam com centenas de participantes.

As viagens partiam da cidade de São Paulo de Piratininga, no início do Planalto Brasileiro e percorria o interior utilizando trilhas indígenas e ps rios da bacia platina, como o Tietê, Paraíba do Sul e Piracicaba.

O nome Bandeiras, vem de uma tradição indígena de carregar uma bandeira a frente da expedição.

 

ENTRADAS.

Eram expedições organizadas e financiadas por Portugal, para explorar o interior da Colônia, manter os indígenas afastados da região produtora de cana-de-açúcar e procurar metais preciosos.

 

CONSEQUÊNCIAS DO BANDEIRANTISMO.

As expedições Bandeirantes tiveram como consequências a expansão territorial da Colônia, que avançou sobre o interior do Brasil.

Além disso, no fim do século XVII foi em uma expedição Bandeirante que se descobriram as reservas de ouro da região das Minas Gerais.

As vias utilizadas pelos Bandeirantes passaram a ligar as várias regiões da Colônia, promovendo a interligação regional da Colônia.

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